Confissões

Gosto de chuva. Talvez seja pelo fato de gostar de observar as gotas d’água caindo lá fora no quintal ou escorrendo pelo vidro do carro. É um momento muito bom para ler um ótimo livro acompanhado de uma xícara de chá, aliás. Gosto de coisas antigas. Ouvir o barulhinho da agulha da vitrola arranhando o disco de vinil, sentir o cheiro de livros antigos, ou até mesmo rever aquele filme que fazia a minha alegria na infância.

Gosto de rir de coisas sem relevância. Coisas aparentemente bobas, às vezes, fazem parte da vida.

Gosto de descobrir desenhos em nuvens – e não me acho infantil por conta disso.

Gosto de olhar as estrelas. Acredito que cada uma delas seja alguém que já partiu. Gosto de sentir o vento e os aromas que ele traz. Aliás, gosto de perfumes diferentes.

Gosto de conhecer pessoas, de passar horas conversando, de me perder em pensamentos, de ficar fitando o teto ao acordar (geralmente pensando o que vou fazer em seguida).

Gosto de inventar, cantarolar baixinho quando não tem ninguém por perto, observar a vida com Amélie Poulain.

Ah, e a propósito, gosto de você.

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